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Para tornar o aumento dos pastos uma atividade ainda mais barata, muitas vezes fazendeiros utilizam-se de mão-de-obra escrava. Pesquisas feitas por entidades como a Organização Mundial do Trabalho (OIT)
 confirmam que a mão-de-obra escrava continua sendo usada no país para desmatar e preparar a terra para a criação do gado.

O trabalho escravo na modernidade é bem diferente do que existia no Brasil de forma legalizada até 1888. Mas, às vezes, pode ser até mais cruel, como mostra este quadro comparativo entre as duas formas de escravidão, a antiga e a atual.

Na lista suja do trabalho escravo, as fazendas de pecuária de corte sempre figuram entre as atividades que lideram o número de casos. A pecuária já chegou a responder por 80% dos casos  e hoje é responsável pela metade das ocorrências. Como é na Amazônia que o rebanho mais cresce, é ali também onde mais são registrados casos de trabalhadores submetidos a condições semelhantes às dos escravos.

 

 

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